Não é de hoje que prédios desabam no Brasil. Talvez por falha nos projetos de construção, ou utilização de materiais de má qualidade, por diversas vezes, fizeram com que eles viessem ao chão.
Quem não se lembra do desabamento, e posterior demolição do que sobrou do Edifício Palace II, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, em fevereiro de 1998? Naquela ocasião, 8 pessoas morreram e outras tantas ficaram sem os seus pertences. Mas há como se justificar, a construtora Sersan, pertencia ao falecido empresário Sergio Naya, que fora acusado por negligência ao utilizar material "barato" na estrutura do prédio.
No fim da última semana, em Niterói, moradores foram afastados de suas residências devido ao aparecimento de rachaduras e consequente aparecimento visual da estrutura metálica que sustenta o edifício. O mesmo está localizado próximo à Universidade Federal Fluminense, que tem dois de seus setores interditados, devido ao risco de desabamento do imóvel ao lado. Não se sabe o motivo como tais defeitos apareceram, da "noite para o dia", mas com certeza, não foi causado pela "ação dos ventos" ou por "surtilégio do destino."
Alguém há de pagar por tais danos às vitimas deste tipo de acontecimento. Muitos querem ter o imóvel de seus sonhos, e na ânsia por comprá-los, muitas vezes acabam adquirindo um grande e sério prejuízo. É fácil conquistar o público com fáceis condições de pagamento e prazos de entrega satisfatórios, mas pode significar obras realizadas com pressa e com materiais de baixa qualidade.
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